11 de Dezembro de 2014; Imprensa Eletrobras Eletronorte
Com o objetivo de envolver seus fornecedores no combate ao trabalho escravo, e erradicar essa prática da sua cadeia produtiva, a Eletrobras Eletronorte realizou, nesta quarta-feira (10), o Seminário de Promoção do Trabalho Decente e Erradicação do Trabalho Escravo, na Sede Regional da Empresa. O evento foi realizado com o apoio da Organização Internacional do Trabalho – OIT, em parceria com a Caixa Econômica Federal e faz parte do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
Ao final do Seminário os representantes das empresas convidadas aderiram simbolicamente ao Pacto Nacional.O conceito de trabalho análogo a escravo, segundo a OIT, é ‘ todo trabalho ou serviço exigido de um indivíduo sob ameaça de uma pena qualquer e para o qual não se apresentou voluntariamente’. A partir desse tema é que todos os representantes convidados discutiram, desde políticas públicas e dados estatísticos a ações realizadas pelas instituições para combater essa prática criminosa.
A gerente de Responsabilidade Social da Eletronorte, Rosa Maria de Souza, afirmou o comprometimento da Empresa de estar sempre à frente do exigido pela lei nas questões sociais e ambientais. “Fazer mais do que o exigido sempre foi uma prática da Eletronorte. Nós trabalhamos fortemente para erradicar o trabalho escravo da nossa linha de produção, mas não podemos fechar os olhos para essa prática. O trabalho escravo é uma realidade no Brasil e por isso é muito importante que o assunto seja levado a sério e combatido”, declara.
A programação do Seminário contou com um painel interativo sob o tema Direitos Humanos na Perspectiva do Trabalho Decente, com apresentações da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego - SRTE/MT, OIT, Instituto Observatório Social - IOS e grupo Amaggi, além de uma Orientação Prática para a Adesão ao Pacto Nacional’, ministrada pelo Instituto- InPacto. Mato Grosso foi a quarta Regional a comportar o evento, após Pará, Maranhão e Tucuruí.
Para o representante da OIT, Antônio Carlos de Melo Rosa, o evento foi um momento de sensibilização. “Em poucas horas nós conseguimos mudar o semblante das pessoas com relação ao que é o tema. No final contamos com a adesão simbólica de algumas empresas ao Pacto e também sensibilizamos outras que vão levar esse assunto para dentro de suas organizações. Seguramente nós teremos um bom processo de adesão ao Pacto e uma melhoria no combate ao trabalho escravo no Estado”, afirma.
Agência Eletronorte, por Nágera Dourado