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Anpei: É hora da nova revolução industrial

4 de Junho de 2013; Imprensa Eletrobras Eletronorte

Duas palestras internacionais marcaram esta terça-feira na XIII Conferência Anpei de Inovação Tecnológica: a primeira com a acadêmica da Universidade de Cambridge, Inglaterra, Shirley Jamieson, e a segunda com o editor, escritor e inventor Chris Anderson, que fisgou a atenção dos participantes.

Shirley   Jamieson discorreu sobre as competências de Cambridge na formação de profissionais geniais e empresas inovadoras, desde a instituição das primeiras regras do futebol, em 1848, até o chamado "fenômeno Cambridge", o modelo acadêmico que faz sucesso há 800 anos.

Esse modelo, que já proporcionou à escola ver 89 formandos de lá receberem o Prêmio Nobel, é simples: reunir os melhores acadêmicos do planeta e dar a eles a liberdade de escolher seus caminhos de pesquisas para deixar um legado que vai mudar o mundo.

Com essa atitude única, Cambridge conseguiu montar um conglomerado de 1.525 empresas, sendo que a maior delas, a ARM, que desenha chips eletrônicos, já alcançou um patrimônio de US$ 20 bilhões. Sem falar que todos os anos a universidade devolve ao governo inglês algo como 12 milhões de libras esterlinas.

A nova revolução industrial

Chris Anderson deu uma aula sobre o que chama inovação aberta, ou Makers, a nova revolução industrial.  Maker, aquele que faz; e hoje todos nós somos capazes disso, afirma ele. Anderson relembrou os principais aspectos da primeira e segunda revoluções industriais,  como a importância da mecanização no surgimento das cidades e no aumento da expectativa de vida das populações, no século XVIII; e a democratização do uso do computador e da internet, nos anos 1980 e 1990, que fez surgir novos modelos de vida e de negócios. Segundo ele, chegamos à manufatura digital.

A democratização das novas tecnologias, como a impressora 3D, possibilita que todos possam fazer o que imaginam."Hoje é possível fazer, manufaturar o que imagina ou idealiza, seja localmente ou globalmente. Basta apertar o botão 'make' em vez do 'print'. Somos todos designers apenas acessando a internet e a um custo muito barato. Agora podemos fotocopiar as coisas, captar o mundo de graça, pelo telefone celular. Essa é a nova revolução industrial", afirmou, categoricamente, Anderson.

A XII Conferência Anpei de Inovação Tecnológica acontece até o dia 5 de junho, com o patrocínio da Eletronorte e outras entidades associadas. 

 

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