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Dilma: energia mais barata só foi possível por conta da matriz hidrelétrica

11 de Setembro de 2012; Imprensa Eletrobras Eletronorte

A presidenta Dilma Rousseff, ao anunciar hoje, 11 de setembro, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), a redução do custo de energia e a renovação das concessões do setor elétrico, afirmou que tais medidas só foram possíveis de serem tomadas pelo governo por conta da matriz energética limpa que o País possui, baseada na hidreletricidade: “Foi porque temos em nossa matriz 74% de energia hidrelétrica, que foi possível construir as condições necessárias para retornar aos consumidores os benefícios contidos nas medidas históricas que assinamos hoje. A hidrelétrica é uma fonte longeva, tem um tempo de duração muito maior que o tempo da concessão ou da amortização dos investimentos feitos pelas concessionárias. Uma hidrelétrica é um ativo da sociedade brasileira, que merece ter o retorno do que pagou ao longo de tantos anos”.

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Com a redução do custo de produção de energia elétrica e da conta de luz aos consumidores residenciais, comerciais e industriais, somada à renovação das concessões dos ativos de geração, transmissão e distribuição, e à eliminação de alguns encargos setoriais, o Governo Federal espera uma queda no custo da energia já a partir de 2013. O preço vai cair em média 16,2% para os consumidores residenciais e até 28% para a indústria, mas a redução pode ser maior após os cálculos da Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel sobre as concessões que vencerão entre 2016 e 2017, disse a presidenta.
 
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, somente com a redução dos encargos será possível um aporte, por parte do governo, ao setor elétrico, de R$ 3,3 bilhões por ano, que serão direcionados a novos investimentos para garantir a segurança no abastecimento, a modicidade tarifária e a universalização do acesso à eletricidade. O governo cessará a Conta de Consumo de Combustíveis - CCC e eliminará a Reserva Global de Reversão - RGR.
 
Na geração, terão suas concessões renovadas ativos que somam 22,2 mil MW de potência instalada; na transmissão, 85 mil km de linhas; e na distribuição, contratos que atendem a 24 milhões de unidades consumidoras. A redução média no preço final da energia, ou seja, na conta de luz de todos os consumidores, será da ordem de 20,2%.
 
“Nosso planejamento estratégico sempre foi no sentido de conseguir crescimento socioeconômico com inclusão social e desenvolvimento tecnológico. A sociedade brasileira sabe que a nossa preocupação é garantir investimentos públicos e privados na infraestrutura básica do Brasil e, dessa forma, estamos dando mais um passo histórico ao reduzir as tarifas de energia elétrica e renovar as concessões. Afinal, a sociedade brasileira foi quem construiu o setor elétrico e agora chega a hora de devolver a essa sociedade o que ela pagou por tantos anos na forma de uma tarifa mais justa”, afirmou Dilma.
 


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