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Energia na Rio +20: Complementar e garantir a matriz limpa é um dos grandes desafios do Brasil

14 de Junho de 2012; Eletrobras Eletronorte - Especial Energia na Rio +20

A condição atual do Brasil de construir usinas hidrelétricas sem reservatórios marcou as apresentações do painel  Energia e Desenvolvimento Sustentável, no Riocentro (RJ) na tarde desta quinta-feira, 14 de junho, durante o segundo dia da Rio + 20. Intermediada pelo secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, a mesa foi composta pelo presidente do Cepel, Albert Melo, pelo ex-diretor do Cepel,Jerzy Lepecki e pelo professor do Gesel/UFRJ, Nivalde de Castro.

Ressaltando os três pilares da sustentabilidade – econômico, social e ambiental-, Zimmerman  lembrou que os demais países já exploraram 100% do seu potencial hidrelétrico e o fizeram antes de implementar novas fontes, e que, agora, o Brasil segue o mesmo caminho. “Só exploramos 33% do nosso potencial hidrelétrico e nas regiões onde fizemos isso primeiro, vimos crescer o desenvolvimento socioeconômico. Estamos evoluindo no conceito entre a preservação ambiental e a tecnologia de construção de hidrelétricas e estudando as matrizes eólica e de biocombustíveis para a complementaridade da nossa demanda energética, principalmente face à implantação de usinas sem reservatórios”.

Albert Melo também avaliou que “até 2020 o Brasil vai incrementar em 13% suas fontes renováveis na matriz energética, enquanto os demais países desenvolvidos em apenas 6%”. Essa complementação, segundo ele, virá principalmente das fontes eólica e de biomassa, neste segundo caso sem comprometimento da segurança alimentar.

Nivalde de Castro apresentou dados que confirmam o Brasil como o País com maior capacidade instalada de energia hidrelétrica e criticou a construção de usinas a fio d’água, uma vez que 88% da demanda atual é atendida por essa fonte. “Em cem anos construímos 972 hidrelétricas, com uma capacidade de geração de 82,5 GW. Mas, hoje, vemos que até 2020 vamos aumentar nossa capacidade instalada em 66%, mas apenas 11% da capacidade de regularização dos reservatórios. A complementaridade certamente se dará pela energia eólica, pela biomassa e, infelizmente, também pelas termelétricas. Ressalto ainda que enquanto a Europa complementa sua geração eólica com termelétricas, no Brasil faremos isso com as hidrelétricas, mesmo a fio d’água”.

Presente ao painel, o diretor-presidente da Eletrobras Eletronorte, Josias Matos de Araujo (foto acima), afirmou que , “a tônica do debate foi a questão da plurianuidade dos reservatórios hidrelétricos. Com as novas questões ambientais estamos cada vez mais  complementando a geração com outras fontes de energia para atender ao crescimento da demanda. No passado, tínhamos grandes reservatórios com capacidade para gerar o ano todo, mas hoje, depois do período de cheias, temos que gerar menos energia nas novas hidrelétricas.  Para garantir a matriz limpa, precisamos complementar com fontes também limpas e aí reside um grande desafio para as empresas Eletrobras e para o governo brasileiro”.

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