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Desafios no coração da selva

Eletronorte investe em pesquisa para superar as adversidades
20 de Junho de 2011; Valor Econômico, matéria de Eugênio Melloni, publicada em 20/6/11

Com a sua área de atuação coincidindo, em boa parte, com a região amazônica, a Eletronorte, subsidiária do grupo Eletrobras, se vê freqüentemente diante de desafios impostos pelas severas condições proporcionadas pelo clima e pela natureza da região à operação de suas usinas geradoras e linhas de transmissão. As grandes distâncias, a mata densa e o clima tropical exigem, muitas vezes, soluções específicas para a atuação da companfiia. A forma encontrada para suplantar essas adversidades têm sido os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

"Temos nos dedicado de forma crescente aos projetos nessa área", confirma Neusa Maria Lobato Rodrigues, superintendente de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e eficiência energética da Eletronorte, acrescentando que a atuação da empresa nessa frente é regida pelo lema inovar ou perecer. "Essa dedicação tornou-se mais premente com a participação da empresa em leilões de concessões de empreendimentos de transmissão e geração de energia elétrica, nos quais realmente pesquisa, desenvolvimento e inovação são um grande diferencial competitivo."

Nos últimos cinco anos, a Eletronorte aportou R$ 70 milhões em pesquisas, o que tem resultado em projetos que reduzem custos na operação e manutenção da malha de transmissão e no parque gerador da companhia. A empresa administra quatro usinas hidrelétricas, entre elas Tucuruí, e um parque termelétrico, que, em conjunto, respondem por uma capacidade de geração de 9.787 megawatts (MW), além 9.844 quilômetros de linhas de transmissão.

Com essa preocupação com a inovação, a empresa é pioneira na adoção de um programa para estimular a propriedade intelectual no setor elétrico. Criado em 2004, o Programa Eletrobras Eletronorte de Propriedade Intelectual (Pepi) resultou no encaminhamento ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) de pedidos de registro de 30 marcas, sete softwares e 26 depósitos de patentes.

De acordo com Neusa, são vários os projetos em andamento que resultarão em significativos benefícios para a empresa. Entre eles, o projeto de formação de um cadastro georreferenciado das linhas de transmissão da companhia. Por meio do uso de sensores e de cãmeras, esse projeto permitirá, além do conhecimento exato da localização das linhas, um monitoramento de descargas atmosféricas, queimadas e eventuais intervenções humanas na malha. "Com isso, será possível determinar a localização e a causa de problemas ocorridos nas linhas, permitindo um ganho de tempo e uma redução de custos importantes."

Outro projeto envolveu o trabalho de biólogos e engenheiros. Os isoladores das linhas de transmissão passaram a ser alvo da ação de um fungo típico da região amazônica, o que vinha comprometendo a sua função de isolamento. Mas a empresa desenvolveu (e patenteou) um líquido que está sendo utilizado para cobrir os isoladores, evitando a ação do fungo.
 



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