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São José de Ribamar:exemplo da gestão energética municipal

5 de Maio de 2011; Eletrobras Eletronorte

 

 Já está circulando a edição 237 (março/abril de 2011), da revista da Eletrobras Eletronorte, Corrente Contínua. Clicando aqui você confere as manchetes:

 

 

ENERGIA ATIVA

Política energética:

empresas Eletrobras reduzirão

as perdas de energia elétrica

 

César Fechine

 

O processo de transformação e fortalecimento do Sistema Eletrobras continua com a implementação das melhores práticas de gestão de negócios e passa pela busca da eficiência energética para aumentar, de forma sustentável, a oferta de energia no Brasil. Para orientar e priorizar a eficiência energética, conforme as diretrizes estabelecidas pela Eletrobras, criou-se a Política de Eficiência Energética da Eletrobras Eletronorte, que terá a finalidade de analisar a cadeia energética em seus vários segmentos, com o objetivo de melhorar o investimento e outros ganhos empresariais na geração, transmissão e consumo próprio.

A Política de Eficiência Energética é um produto demandado pelo Plano de Transformação do Sistema Eletrobras, conforme as orientações recebidas do Ministério de Minas e Energia – MME. A meta das empresas do Sistema é reduzir em 3% as perdas de energia elétrica por meio de ações de eficiência energética em cinco anos.

 

 
TRANSMISSÃO
Atraso na entrega de linhas traz prejuízos
financeiros para transmissoras e geradoras
 
Também há aumento de custos na operação da rede básica de transmissão e riscos de desabastecimento
 
Érica Neiva
 
O atraso na entrega das linhas de transmissão trouxe, até dezembro de 2009, uma perda de receita às concessionárias de R$ 750 milhões. A informação é resultado de um relatório da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base - Abdib e da Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica - Abrate, sobre o atraso de obras de 114 concessões licitadas de 1999 a 2009, com ampla pesquisa de dados do Setor Elétrico, avaliando o desempenho das obras dos sistemas de transmissão de energia elétrica (ver box).
Entre as principais consequências do atraso na entrega das linhas está o aumento dos custos de operação da rede básica motivado pela operação de usinas termelétricas para cobrir a falta de obras não concluídas no prazo. É uma ação contrária à modicidade tarifária conseguida nos leilões, devido aos altos preços de geração das térmicas e os custos ambientais perversos, já que a maioria das termelétricas é operada com combustíveis poluentes.

 

CIRCUITO INTERNO
 
TPM:
Eletrobras Eletronorte é exemplo para o mundo
 
O comitê de premiação do Japan Institute of Plant Maintenance (JIPM) acaba de conceder o Prêmio TPM, em Tóquio, a dez unidades da Eletrobras Eletronorte. Trata-se da maior premiação concedida a uma empresa de geração e transmissão de energia elétrica no mundo. “Nós tivemos dois grandes destaques: o número de unidades aprovadas e a introdução de inovações no processo metodológico. A premiação é um reconhecimento aos esforços das diversas equipes em aumentar a produtividade, reduzindo as perdas técnicas e as perdas financeiras”, declara o diretor de Produção e Comercialização, Wady Charone, que fez a palestra de abertura da cerimônia.
No evento, foram premiadas as unidades regionais do Pará, Maranhão, Amapá, Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e Roraima, além das usinas hidrelétricas Tucuruí, Samuel e Curuá-Una. Tucuruí já está na classe especial e deverá, daqui a dois anos, concorrer à mais elevada premiação concedida pelo JIPM, a Classe Mundial. Participaram também da premiação os engenheiros Antônio Augusto Pardauil, superintendente de Produção Hidráulica, representando as unidades geradoras da Empresa, e Airton Leopoldo Hass, gerente Regional da Transmissão do Pará, representando as unidades transmissoras.        
                                                                                                                                                                                                                                             
CORRENTE ALTERNADA
A energia da Copa
Se depender de energia, seremos
 campeões. E jogando limpo!
 
Byron de Quevedo
 
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, tem demonstrado preocupações em relação ao andamento das infraestruturas para a realização da Copa do Mundo em julho de 2014 no Brasil. Blatter faz paralelo de comparação à África do Sul, em termos de lentidão no andamento das exigências impostas pela entidade como condicionantes para a realização do torneio. “Faltando três anos para a realização da Copa, os sul-africanos estavam à frente dos brasileiros em relação à edificação das obras”, disse ele. Bem, só não contaram para o Blatter que o Brasil é assim mesmo: enquanto o mundo conjectura, a gente trabalha na estrutura e sempre se surpreende quem de nós pouco se espera. E tem mais: o nosso time mesclou a experiência com juventude, então esta será a primeira Copa que um país entrará jogando limpo com as energias renovadas e renováveis. “Será um show de luzes e cores, pois o Brasil driblou os efeitos da crise e agora, após muitos investimentos e inserção de novas tecnologias, é só correr para o abraço, pois em matéria de energia limpa e segura já somos campeões mundiais e não é de hoje”, é a opinião unânime entre os especialistas do setor.
Não obstante o País contar com extensa malha de transmissão de energia elétrica e um parque gerador movido 90% em energias limpas e renováveis, o Ministério de Minas e Energia – MME, visando rever, revitalizar e preparar melhor o sistema, editou, em 30 de agosto de 2010, a portaria nº 760, a “Proposta de Termo de Referência para Estudo de Suprimento de Energia Elétrica às Capitais-Sede da Copa 2014”, determinando a criação de oito forças-tarefa para as 12 capitais.

 

HISTÓRIA
 
“Acho que a natureza foi feita
 para servir ao homem. Com racionalidade”
 
 
São mais de 50 anos povoando o imaginário de crianças, jovens e adultos com suas histórias. Quem nunca leu ou ouviu falar das obras do mineiro de Caratinga de nome incomum, Ziraldo Alves Pinto, ou simplesmente Ziraldo, autor também da frase do título acima. O escritor, pintor, cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista, que conquistou o Brasil e o mundo com suas histórias, relembra aqui uma história já registrada em nossas páginas, a sua visita a Altamira e Breu Branco, no Pará, em junho em 2002, para o lançamento do primeiro gibi colorido editado no Brasil: A Turma do Pererê, que na ocasião da Copa do Mundo de Futebol foi reeditado com o apoio da Eletrobras Eletronorte.
A visita parece que marcou a vida de Ziraldo, pois, segundo o escritor, ele cresceu em uma época em que tínhamos amor à pátria, valorizávamos a nossa cultura. “Foi sensacional! É incrível você sentir no peito (não vou explicar o que é sentir no peito, vocês vão ter que entender) a imensidade do Brasil. Minha infância foi povoada pela ideia de pátria, de amor à pátria! O motivo talvez tenha sido o getulismo, ou talvez a Segunda Guerra Mundial que rolava lá fora e até o uso do verbo ufanar, tão presente nas escolas daquele tempo e que desapareceu das nossas conversações de hoje. Eu me ufanava do meu Brasil, fazia versos para a minha pátria. Isso tudo não fica no coração da gente; fica nas vísceras. Não dá para se livrar totalmente. Contemplando aquele fim de mundo, depois de horas de viagem aérea, olhando com olhos de paixão aquele magnífico pedaço de terra, tão longínquo e tão pertencente a mim, confesso que curti horas de emoção”.

 

AMAZÔNIA E NÓS
 
Diário de Valcimar Soares de Sousa
 
“Para quem não me conhece sou Valcimar Soares de Sousa, eletricista de linha, e atuo na Eletrobras Eletronorte desde 1º de fevereiro de 1982. Nasci em 26 de agosto de 1957, na cidade de Marabá (PA), mas com menos de dois anos já estava em Imperatriz (MA), cidade em que fui criado e onde passei a minha infância e adolescência. Desde criança sempre gostei de jogar futebol e aos 21 anos entrei para o time profissional do Tocantins, na cidade de Imperatriz, e uma curta passagem pelo Cavalo de Aço, também profissional. Abandonei o futebol aos 23 anos porque pensava num futuro melhor. Fui trabalhar na Transbrasiliana, como agente rodoviário. Fiquei lá menos de dois anos. Foi quando surgiu o concurso da Eletronorte, e graças a Deus passei e fui relacionado para o quadro da Empresa na função de eletricista de linha. Chegou, então, a parte mais difícil: deixar a família, meus pais, José Alves de Souza e Maria do Socorro Soares de Sousa, meu irmão Vilson Soares de Sousa, que também trabalha na Eletronorte, e minha irmã, que hoje mora em Carolina (MA). Essa separação se fazia necessária, pois tinha que passar por  um treinamento em Ilha Solteira (SP). No entanto, antes do treinamento passei dois meses em Marabá (PA). Cheguei ao Centro de Treinamento em abril de 1982 e saí em dezembro de 1983, praticamente dois anos em treinamento e estágio. No dia 28 de dezembro de 1983 fui trabalhar na Subestação Presidente Dutra (MA), onde fiquei 19 anos. Naquela cidade encontrei muita gente boa, tanto que todo ano passo por lá para visitar os amigos, compadres, sogro, sogra, cunhados e amigos do BL, time de veteranos de lá. Em abril de 2003 fui transferido para a Regional de Transmissão do Tocantins e até hoje atuo nesse sistema que compreende a linha Norte/Sul I, trecho entre a Subestação Imperatriz até a Subestação Miracema (TO), além de atender também ao contrato de operação e manutenção (O&M) com a empresa Intesa, no sistema Norte/Sul III, trecho entre a Subestação Colinas (TO) e a Subestação Serra da Mesa II (GO). Assim, a responsabilidade abrange uma extensão de aproximadamente de 1.250 km de linhas de transmissão e cinco subestações,  incluindo  também as de Gurupi e Peixe II, em Tocantins, onde também tenho vários amigos. Agora vamos falar do dia a dia de um eletricista de linha de transmissão, em um levantamento de roço e mapeamento com o GPS”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já está circulando a edição 237 (março/abril de 2011), da revista da Eletrobras Eletronorte, Corrente Contínua. Clicando aqui você confere as manchetes:

 

 

 
Já está circulando a edição 237 (março/abril de 2011), da revista da Eletrobras Eletronorte, Corrente Contínua. Clicando aqui você confere as manchetes:                                                                                                                                                                       
ENERGIA ATIVA
Política energética:
empresas Eletrobras reduzirão
as perdas de energia elétrica
 
César Fechine
 
O processo de transformação e fortalecimento do Sistema Eletrobras continua com a implementação das melhores práticas de gestão de negócios e passa pela busca da eficiência energética para aumentar, de forma sustentável, a oferta de energia no Brasil. Para orientar e priorizar a eficiência energética, conforme as diretrizes estabelecidas pela Eletrobras, criou-se a Política de Eficiência Energética da Eletrobras Eletronorte, que terá a finalidade de analisar a cadeia energética em seus vários segmentos, com o objetivo de melhorar o investimento e outros ganhos empresariais na geração, transmissão e consumo próprio.
A Política de Eficiência Energética é um produto demandado pelo Plano de Transformação do Sistema Eletrobras, conforme as orientações recebidas do Ministério de Minas e Energia – MME. A meta das empresas do Sistema é reduzir em 3% as perdas de energia elétrica por meio de ações de eficiência energética em cinco anos.
 
 
 

 

 

 

ENERGIA ATIVA
Política energética:
empresas Eletrobras reduzirão
as perdas de energia elétrica
 
César Fechine
 
O processo de transformação e fortalecimento do Sistema Eletrobras continua com a implementação das melhores práticas de gestão de negócios e passa pela busca da eficiência energética para aumentar, de forma sustentável, a oferta de energia no Brasil. Para orientar e priorizar a eficiência energética, conforme as diretrizes estabelecidas pela Eletrobras, criou-se a Política de Eficiência Energética da Eletrobras Eletronorte, que terá a finalidade de analisar a cadeia energética em seus vários segmentos, com o objetivo de melhorar o investimento e outros ganhos empresariais na geração, transmissão e consumo próprio.
A Política de Eficiência Energética é um produto demandado pelo Plano de Transformação do Sistema Eletrobras, conforme as orientações recebidas do Ministério de Minas e Energia – MME. A meta das empresas do Sistema é reduzir em 3% as perdas de energia elétrica por meio de ações de eficiência energética em cinco anos.

 

ENERGIA ATIVA
Política energética:
empresas Eletrobras reduzirão
as perdas de energia elétrica
 
César Fechine
 
O processo de transformação e fortalecimento do Sistema Eletrobras continua com a implementação das melhores práticas de gestão de negócios e passa pela busca da eficiência energética para aumentar, de forma sustentável, a oferta de energia no Brasil. Para orientar e priorizar a eficiência energética, conforme as diretrizes estabelecidas pela Eletrobras, criou-se a Política de Eficiência Energética da Eletrobras Eletronorte, que terá a finalidade de analisar a cadeia energética em seus vários segmentos, com o objetivo de melhorar o investimento e outros ganhos empresariais na geração, transmissão e consumo próprio.
A Política de Eficiência Energética é um produto demandado pelo Plano de Transformação do Sistema Eletrobras, conforme as orientações recebidas do Ministério de Minas e Energia – MME. A meta das empresas do Sistema é reduzir em 3% as perdas de energia elétrica por meio de ações de eficiência energética em cinco anos.


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