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Poraquê: a incrível história do navio-usina que serviu na II Guerra Mundial e foi afundado em Cametá

14 de Setembro de 2010; Eletrobras Eletronorte

 Poraquê: a incrível história do navio-usina que serviu na II Guerra Mundial e foi afundado em Cametá

O Setor Elétrico brasileiro concentra esforços e recursos em pesquisas e tecnologias para atender às demandas de energia, mas ainda existem áreas de exclusão elétrica, como o difícil acesso encontrado na Amazônia, por exemplo. Técnicos têm estudado soluções como o uso de fontes alternativas ou programas governamentais como o Luz para Todos e sempre surge a ideia de uma solução de baixo impacto ambiental, um tipo de usina móvel que possa entregar a energia mesmo em lugares longínquos.  O curioso é que para resolver essas peculiares condições, já se usou as chamadas usinas embarcadas. Uma delas veio a ser conhecida pelo nome de Usina Flutuante Poraquê, desativada há vinte anos. Agora, técnicos questionam se essa solução ainda seria viável; evidentemente com o uso de tecnologia moderna, como aconteceu com uma usina do mesmo tipo, a Electron, ainda em funcionamento em Manaus (AM). A despeito de só haver alguns vestígios de sua existência, a fantástica história da fábrica de eletricidade e seu grupo de operários ressurge do passado para clarear o nosso presente. Entre fotos e objetos de um tempo romântico, reencontramos os caminhos iluminados das cidades por onde passou.

 Leia o restante da matéria na edição 233 da revista da Eletrobras Eletronorte, Corrente Contínua, clicando aqui

Educação ambiental sobre rodas: dez mil alunos já participaram da programação educativa do ônibus-biblioteca

A questão ambiental está em alta por uma razão simples: necessidade de sobrevivência. Quanto mais cedo o tema for abordado com as crianças, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação. Por isso, a educação para uma vida sustentável deve começar já na pré-escola.

O papel da educação ambiental é colocar e recolocar as pessoas em contato com o mundo para que se tenham condições de reler e recriar a vida sob uma nova ótica: a sustentabilidade (ver matéria na página...). Sob esta premissa é que a Eletrobras Eletronorte, por meio da Superintendência de Produção Hidráulica, difunde a educação ambiental aos alunos e educadores dos sete municípios a montante do lago da Usina Hidrelétrica Tucuruí.

Leia o restante da matéria na edição 233 da revista da Eletrobras Eletronorte, Corrente Contínua, clicando aqui

Investimentos públicos e privados garantem a expansão do Setor Elétrico brasileiro

Mais de seis mil quilômetros de linhas de transmissão, aumento na capacidade de geração em 11.681 MW e investimentos de centenas de milhões de reais. Os números expressivos dos empreendimentos dos quais a Eletrobras Eletronorte participa comprovam a importância das Sociedades de Propósito Específico – SPEs na expansão da geração e transmissão de energia elétrica para sustentar o crescimento do País.
 
A partir de 2004, com o novo marco regulatório do Setor Elétrico brasileiro, a constituição de SPE´s possibilitou a integração dos recursos econômicos de empresas públicas e privadas na construção dos novos empreendimentos. “Essas parcerias têm sido importantes porque as empresas do Sistema Eletrobras têm uma natureza do desenvolvimento e o País precisa de mais energia, sobretudo com o crescimento vigoroso da economia que estamos vivenciando”, declara Adhemar Palocci, diretor de Planejamento e Engenharia da Eletrobras Eletronorte.

A mais nova SPE a contar com a participação acionária da Eletrobras Eletronorte é a Norte Energia S/A, que acaba de ser formada para construir o Aproveitamento Hidrelétrico Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, com potência de 11.233 MW, a terceira maior do mundo. A Norte Energia será a empresa responsável pela implantação, operação e gerenciamento de Belo Monte. Além da Eletrobras Eletronorte, com 19,98% de participação, compõem a nova empresa a Eletrobras, a Eletrobras Chesf e outras 15 parceiras do setor privado.

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Em Mato Grosso, uma nova realidade no setor energético

Roupas lavadas em minutos. A comida aquecida no microondas em segundos, a louça lavada sem demora no lava-louças. Ventilador, aspirador, batedeira... Dispensáveis? Pense então na geladeira, televisão, chuveiro elétrico, e para uma região tão conhecida pelo calor constante: ar-condicionado. A energia elétrica já é algo tão básico que as pessoas só percebem sua importância quando o fornecimento é interrompido. Quando alguém aperta o interruptor de uma lâmpada, nem imagina o que a faz iluminar o ambiente, nem toda a mão de obra e investimentos empregados para que ela se mantenha firme e constante.  

Todo o conforto, praticidade e desenvolvimento proporcionado pela chegada da energia elétrica podem ser claramente reconhecidos no Estado de Mato Grosso. “O norte matogrossense saiu da escuridão há apenas 15 anos”, contabiliza o coordenador Regional de Representação da Eletrobras Eletronorte, Francisco Antunes Sperandéo. “A cada dia que passa a população do Mato Grosso vai se esquecendo de como é passar meia hora sem energia, o que era comum pouco tempo atrás. Essa nova realidade se dá graças aos investimentos contínuos realizados no sistema elétrico, proporcionando a todos o acesso à energia firme, constante e de qualidade”, destaca.
 
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O equilíbrio é o negócio da vez

 Vitor entra na sala e é surpreendido por colegas sentados à mesa de reuniões, em volta de um tabuleiro como um daqueles que se joga com os filhos em casa. Ainda curioso, se aproxima e ocupa o lugar que o espera. Vai começar a partida. Mas no lugar da derrota dos inimigos, o jogo é de ganha-ganha. No lugar das tradicionais notinhas com cifrões que ocupam as caixas de Banco Imobiliário, aqui a moeda é outra: pessoas, recursos naturais, talentos, conhecimento e tecnologia. No lugar da competição, a ‘coopetição’ ou ‘coopetition’, que é competição com cooperação lucrativa.

 Vitor é um personagem fictício, que poderia representar qualquer um dos empregados de empresas brasileiras que já adotam o Negócio Sustentável, um jogo de tabuleiro que provoca uma nova forma de pensar, agir e gerar riqueza por meio de negócios sustentáveis. Diferente dos jogos tradicionais – em que para um jogador vencer todos os outros têm de perder - a proposta é que o ganhador estimule os outros jogadores a ganhar mais. Quanto mais negócios na mesa, maior a riqueza do tabuleiro e melhores as oportunidades do ganha-ganha. É a economia capitalista, globalizada e sustentável do Século 21.

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