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Tucuruí recupera 97% das áreas degradadas

14 de Maio de 2010; Eletronorte

 

Sobrevoar a Amazônia é se encantar com a exuberância que se manifesta no verde imponente. Mas sabemos que a visão aérea e real, infelizmente, não é tão encantadora quanto gostaríamos que fosse. As queimadas, desmatamentos e construção de empreendimentos trazem impactos ao meio ambiente que refletem não apenas nos aspectos visuais, mas em todo o ecossistema. A construção da Usina Hidrelétrica Tucuruí, tanto na primeira etapa (1976 a 1984), quanto na segunda (1998 a 2006), gerou 401 hectares de áreas degradadas. “Quando chegávamos de avião em Tucuruí, do lado esquerdo do avião tínhamos uma visão que intercalava florestas, pastagens e terras vermelhas sem vegetação”, descreve o analista ambiental da Eletrobras Eletronorte, Bruno Leonelo Payolla.
Esse quadro começou a ser revertido com a implantação do Programa de Recuperação de Áreas Degradadas – Prad, que a Eletrobras Eletronorte implantou com o objetivo de recuperar as áreas de extração de materiais naturais de construção, isto é, locais dos quais foram retirados substratos como argila, terra, cascalho e areia para a construção de Tucuruí. Durante a segunda etapa, a utilização de áreas foi acompanhada pelo Programa desde o início, para o controle da abertura e extração dos solos, e a implantação das propostas para diminuir os impactos e facilitar a recuperação.
De acordo com Bruno Payolla, “com as atividades de construção da segunda estapa foi necessário obter a licença de operação para a primeira casa de força e a licença de instalação da segunda casa. Foram listados alguns programas que deviam ser desenvolvidos para a concessão das licenças, entre eles o de recuperação de áreas degradadas”.
O Prad - consolidado e apresentado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará - Sema, por ocasião da solicitação da licença de instalação em 1999 e efetivado a partir de 2001 -, contemplou nove áreas remanescentes situadas na margem esquerda do reservatório, e na margem direita a jusante da barragem. Entre 1999 e 2008 foram plantados 304 hectares, faltando apenas sete para serem recuperados, ou seja, mais de 97% das áreas foram reflorestadas e estão readquirindo suas funções ecológicas.
Leia o restante da matéria na edição 231 da revista da Eletrobras Eletronorte, Corrente Contínua, clicando aqui.
Leia também:
Ensaios para a sustentabilidade
 
 
Cheiros, cores e sabores mil são encontrados diariamente no mercado Ver-o-Peso, o embrião da cidade de Belém, no Pará. O mercado, um dos pontos turísticos mais visitados da capital, surgiu há 383 anos como um posto alfandegário com o nome de “A Casa do Haver-o-Peso”, onde era feita a fiscalização dos produtos comercializados. O local cresceu e tornou-se hoje um imenso complexo onde encontram-se todas as delícias típicas e representativas da cultura paraense.
O tempo, a umidade, o sol forte e o calor da Amazônia causaram, entretanto, corrosão na estrutura do Mercado de Ferro do Ver-o-Peso, que integra o complexo. E o Centro de Tecnologia da Eletrobras Eletronorte, que possui entre as suas atribuições o desenvolvimento de ensaios, testes, medições e análise em equipamentos, instrumentos e materiais, foi chamado a contribuir para resolver o problema. “Nós fomos contatados pela prefeitura de Belém para fazer a inspeção da estrutura do Mercado e auxiliar na restauração e recuperação do prédio”, informa Francisco Roberto Reis França, gerente do Centro (ver box).
O trabalho está sendo desenvolvido pelo Laboratório de Ensaios de Corrosão e Eletroquímica, que realiza pesquisas em equipamentos materiais e instalações, presta assessoria na implantação de ações corretivas e preventivas necessárias ao controle da corrosão, além de especificar planos de pintura para as instalações da Empresa. “Há estudos que mostram que 3,5% do PIB no Brasil é gasto com problemas causados por corrosão. E grande parte desse custo poderia ser evitada se fossem utilizadas técnicas já conhecidas de prevenção à corrosão”, explica o engenheiro químico Fernando Azevedo.
 
 
Energia do futuro: balanço energético
aponta para o uso de energias renováveis
 
 
Engana-se quem pensa que uma das mais importantes ferramentas do Setor Elétrico seja algum produto da engenharia de última de geração. Veiculado anualmente, o Balanço Energético Nacional, de competência da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, faz um mapeamento das ofertas e demandas das inúmeras fontes de energia elétrica, sendo fundamental para atividades de planejamento e acompanhamento das empresas do setor energético nacional.
O Balanço é produto de extensa pesquisa e constitui-se, na verdade, em ampla e sistematizada base de dados energéticos, anualmente atualizada e sendo fonte de pesquisa para vários atores, inclusive os estrangeiros. Ele é formulado a partir do potencial energético nacional, que contabiliza o potencial do setor de petróleo e gás natural, hidrelétrico inventariado, eólico inventariado, carvão mineral e de biomassa (cana de açúcar e outras fontes), assim como a lenha.
“Ele é fundamental para os estudos do planejamento energético nacional e tem se mostrado ferramenta de especial interesse para os setores produtivos e acadêmicos do País, na medida em que apresenta estatísticas confiáveis, muitas vezes reveladoras de tendências da oferta e do consumo de energia. O Balanço Energético é também referência internacional para os dados de energia do Brasil”, afirma Amílcar Guerreiro, diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais da EPE.
 
Parcerias de energia
 
O Setor Elétrico brasileiro, além das empresas concessionárias de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, conta com diversas associações e fundações de apoio às atividades que permeiam todo o processo produtivo da indústria energética no País. A Eletrobras Eletronorte, por exemplo, é parceira de mais de uma dezena delas, às vezes desde as suas constituições. A seguir, o leitor vai conhecer um pouco dessas entidades que atuam nos bastidores, mas são fundamentais para promover ações de valorização do conhecimento e até mesmo equilibrar opiniões e decisões que influem o dia a dia dos consumidores de eletricidade no Brasil.
 
Macrozoneamento da Amazônia Legal: planejamento integrado para o desenvolvimento integral
 
 
O Macrozoneamento Ecológico-Econômico, um projeto disciplinador da ocupação e da exploração da Amazônia, que levou dois anos para ficar pronto, agora contando com o apoio dos nove governadores da região e de mais 14 ministérios, foi apresentado no dia 23 de março de 2010, pelo então ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. O documento divide a floresta e demais ecossistemas em dez regiões conforme as características naturais, sociais e econômicas de cada uma delas, no sentido de se promover o desenvolvimento sem causar a degradação ambiental. É um instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente, de planejamento e de ordenamento das formas de ocupação uso do território, que pretende orientar planejadores, tomadores de decisão, o poder público e a iniciativa privada a respeito das potencialidades e dos limites de cada ambiente.
É possível se fazer o zoneamento ecológico e econômico de um município, de uma bacia hidrográfica, de uma região e até de um país. O documento, porém, com a leitura dos problemas e soluções da Amazônia  brasileira, pretende indicar qual é o papel da região no desenvolvimento nacional e a sua importância para a agenda global da sustentabilidade. Carlos Minc declarou que o objetivo não era inibir ou eliminar as atividades já instaladas na região, mas agregar valor a elas, inclusive abrindo portas a outras alternativas econômicas. “Por exemplo, aonde temos uma mineração em exploração, então podemos instalar ali uma siderúrgica. Já onde há exploração pecuária, ela poderá se tornar mais rentável com mais bois por hectare. Temos dados importantes que mostram que o desmatamento vem caindo. O Mato grosso, por exemplo, reduziu, nos últimos quatro anos, em 80% o desmatamento e aumentou sua produção e o seu PIB significativamente.”.
 
Total Productive Maintenance
 ou ‘Todos Podemos Mais’
 
Por meio da Usina Hidrelétrica Tucuruí, a Eletrobras Eletronorte torna-se a única Empresa do mundo a conquistar o Prêmio Consistência em TPM e leva para o Sistema uma ferramenta de gestão implementada por algumas das melhores empresas do mundo
 


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