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Goiás retoma a geração de energia elétrica

25 de Setembro de 2008; Diário da Manhã - GO, matéria publicada em 24/09/08

Goiás volta a investir na geração de energia elétrica. Na noite de terça-feira, o governador Alcides Rodrigues, o presidente da Celg, Ênio Branco, e o secretário de Infra-Estrutura, Sérgio Caiado, assinaram Termo de Compromisso com 11 empresas privadas e uma pública, entre elas a Queiroz Galvão, Alupar, Andrade Gutierrez e a Eletrobrás, dando início ao programa de construção de usinas hidrelétricas (UHE) e PCH´s (Pequena Central Hidrelétrica) que vão elevar a geração de energia da Celg G&T de 18 megawatts (MW) para 208 MW. O anúncio foi em jantar no Palácio das Esmeraldas que terminou quase à meia-noite.

Presidente da Eletronorte, Jorge Nassar Palmeira explica que a estatal desenvolve estudos de inventário de potencial hidrelétrico na região Centro-Oeste e escolheu a Celg para ser parceira em empreendimentos de geração de energia. A Eletrobrás deve iniciar a construção de duas usinas no Estado do Tocantins: no Rio Palma, em Barra do Palma (58 MW) e Arraias (93 MW), totalizando 151 MW.

“A Celg está na região há vários anos e é uma parceira estratégica nesses empreendimentos. Já somos parceiros da Celg em Corumbá 3, onde a Eletrobrás está adquirindo uma parcela do empreendimento, e vamos construir usinas no Rio Palma", frisa Palmeira. Segundo ele, o processo de reestruturação da dívida da Celg e a gestão profissional pela qual a empresa é gerida no governo de Alcides Rodrigues proporcionaram esta parceria.

O presidente da Celg, Ênio Branco ressalta que até a privatização de Cachoeira Dourada, a Celg gerava mais de 600 MW, com as parcerias a empresa passa a produzir um terço desta energia. O governador Alcides Rodrigues salienta que o processo de desenvolvimento acelerado da economia goiana obriga o Estado a retomar investimentos na geração, e esta parceira favorece este projeto.

Parceria
As 12 empresas que firmaram o acordo desenvolvem projetos de inventário hidrográfico nos Estados de Goiás e do Tocantins, que totalizam 807 MW, dos quais 167 MW referem-se à participação da Celg G&T. Somados aos 4 MW da PCH de Rochedo, outros 9 MW (quando for concluída sua ampliação), 14 MW da PCH de São Domingos, 0,36 MV da PCH de Mosquito e 14 MW da participação na Usina Hidrelétrica de Corumbá 3 a energia da Celg totalizará 208 MW.

A Celg Geração e Transmissão (Celg G&T) foi constituída pela Resolução 643, de 23 de julho de 2006, em que a Aneel aprovou a divisão da Companhia Energética de Goiás S/A em duas, uma de distribuição e outra de geração e transmissão. A Celg G&T conta com 722,6 km de redes de transmissão em 230 kV ligados ao Sistema Interligado Nacional.

Fonte: Agecom



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